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Baixe o pôster do Combate Barreirinha, campeão da Série B da Suburbana 2015

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Técnico avisa: “ano que vem, o Combate vem para ser campeão novamente”

Marquinhos Passaúna sendo levantado por jogadores do Combate Barreirinha: confiança em retorno dos melhores dias do clube

Marquinhos Passaúna sendo levantado por jogadores do Combate Barreirinha: confiança no retorno dos melhores dias do clube

O título conquistado pelo Combate Barreirinha na Série B é a chave para o retorno aos melhores dias do clube, um dos mais tradicionais da Suburbana. É o que afirma Marquinhos Passaúna, técnico que esteve à frente da conquista da taça e do acesso à elite um ano depois do rebaixamento.

“Realmente, a equipe do Combate sempre foi de Série A, com diversos títulos da Suburbana e da Taça Paraná. Muitas vezes a gente precisa dar um passo atrás, repensar muitas coisa que tinha sido feita errada durante o ano para agora com trabalho bem feito retornar ao lugar. É preciso poder ver o que foi feito de errado para não repetir. Ano que vem, o Combate vem para ser campeão novamente, não importa quem estiver à frente na diretoria, na comissão técnica, ou do que for acontecer, é sempre equipe que venha forte. Torço para isso”, disse Marquinhos Passaúna logo após o empate por 3 a 3 contra o Uberlândia.

O caminho do Combate Barreirinha, equipe que mais pontuou na competição, até o título teve uma primeira fase em que fechou em primeiro de sua chave com folgas. Na segunda fase, uma primeira colocação no saldo de gols frente à surpresa Imperial, evitando uma antecipação do confronto decisivo contra o Uberlândia já nas semifinais. Porém, o caminho até a decisão teve dureza. Foram dois empates contra o Capão Raso, o último deles era uma derrota até poucos minutos antes do final, para aí passar e subir nos pênaltis. Na decisão, um 4 a 0 fora de casa e um empate emocionante em casa, garantindo a taça.

“Nem tudo é perfeito. Passamos por percalços no percurso. Acredito que nossa comissão técnica, com professor Cléverson, Edivaldo Jubin e o presidente, fez grande trabalho. Quando precisamos tomar algumas atitudes que foram mais ríspidas e duras, a gente tomou e foi pro bem da equipe, pois ela se fechou e cresceu”, concluiu o treinador.

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Atacante do Combate Barreirinha faz três gols na decisão da Série B e pede música

Alex Pinhais marcou três gols na partida decisiva da Série B da Suburbana

Alex Pinhais marcou três gols na partida decisiva da Série B da Suburbana

A decisão da Série B da Suburbana tornou-se um jogo que certamente será inesquecível para Alex Pinhais. O camisa 7 do Combate Barreirinha fez os três gols de sua equipe no movimentado empate por 3 a 3 contra o Uberlândia, jogo que confirmou o título do Tricolor da Barreirinha.

“A ficha não caiu ainda. É gostoso fazer três gols em uma final”, disse o camisa 7 logo após a partida.

Os três gols do atleta do Tricolor foram feitos em um espaço de tempo de apenas nove minutos. O primeiro foi aos 28, o segundo aos 35 e o terceiro aos 37 minutos do primeiro tempo, o que deu uma vantagem maior à equipe que havia vencido na ida fora de casa por 4 a 0. Teriam sido os gols da vitória se o Uberlândia não tivesse promovido uma reação espetacular no restante do jogo, alcançando o empate. “Uma equipe qualificada como o Uberlândia, que jogou de igual para igual, valorizou mais ainda o título”, analisou Alex Pinhais.

Pelos três gols que fez, demos ao Alex Pinhais o direito de escolher uma música. “Quero ‘Conquistando o impossível’ da Jamily'”, concluiu.

Confira a música pedida por Alex Pinhais:

Confira os principais artilheiros da Série B:

21 gols

Diego (Capão Raso)

18 gols

Nika (Combate Barreirinha)

12 gols

Quintino (Uberlândia)

11 gols

Samuel (Imperial)

Rafa (Uberlândia)

Renan (União Ahu)

10 gols

Paulinho (Uberlândia)

9 gols

Adriano (Flamengo)

Vagner (Palmeirinha)

Diego Bianchini (São Braz)

8 gols

Alex Pinhais (Combate Barreirinha)

Julio Rodrigues (São Braz)

7 gols

Jackson Laguna (Grêmio Ipiranga)

Luiz Fernando (Santíssima Trindade)

Roney (Capão Raso)

6 gols

Eduardo (Grêmio Ipiranga)

Felipe (Capão Raso)

Sabino (Vasco)

Willian Daniel (Ypiranga)

5 gols

Leandro (Flamengo)

Lucas (Sergipe)

Emerson (Grêmio Ipiranga)

Oberdan (Uberlândia)

Wesley (Capão Raso)

Alexsander Leco (Vila Sandra)

Fabiano Cafu (Vila Sandra)

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Combate Barreirinha empata com Uberlândia e levanta a taça da Série B da Suburbana

Jogadores do Combate Barreirinha erguem a taça de campeão da Série B da Suburbana. Tricolor e Uberlândia estarão na Série A de 2016

Jogadores do Combate Barreirinha erguem a taça de campeão da Série B da Suburbana. Tricolor e Uberlândia estarão na Série A de 2016

O Combate Barreirinha conquistou a Série B da Suburbana após um emocionante empate com o Uberlândia, na tarde deste sábado (12), no Recanto Tricolor, em Almirante Tamandaré. Com uma vantagem confortável conquistada no jogo de ida, em que venceu por 4 a 0, o Tricolor viu um adversário aguerrido buscar um placar de 3 a 3 num jogo com sol, chuva, lama, e muitos gols.

Alex Pinhais fez uma tripleta para o Combate, enquanto que Quintino, Paulinho e Rafa fizeram os gols do Uberlândia. As duas equipes conquistaram o acesso para a Série A de 2016, sendo que o Combate Barreirinha se junta ao Santa Quitéria, campeão da Série A, na disputa da Taça Paraná 2016 a partir de março.

O jogo

Com uma vantagem ampla devido ao placar da ida, o Combate Barreirinha começou o jogo com mais tranquilidade e assim foram saindo as jogadas. Se a grande atração era Nika, no fim a cena foi roubada pelo outro atacante do Tricolor, Alex Pinhais.

Foram nove minutos avassaladores do camisa 7 do Combate, fazendo gols aos 28, aos 35 e aos 37 do primeiro tempo, dando a impressão que outra goleada poderia estar por vir.

Aos 41 minutos, a reação do Uberlândia começou com Quintino, artilheiro da equipe, convertendo pênalti cometido por Frango em toque de mão na área.

Poucos minutos depois, a partida mudou completamente com a chuva tomando conta do Recanto Tricolor. Com isso, o gramado úmido ficou molhado e característica do jogo mudou. Foi assim que o Uberlândia encostou no placar. Aos 50 minutos Rafinha bateu falta, o goleiro André deu rebote e Paulinho mandou para as redes.

No intervalo, a chuva apertou e a drenagem deixou de dar conta do volume de água. Começou então um festival de carrinhos mais ríspidos, de chutes parados em poças e de chutes mais venenosos ainda para os goleiros.

O Combate tentava administrar a vantagem  tentando aumentá-la, enquanto que o Uberlândia, vendo o tempo passar, ao menos queria sair de pé. E foi num lance que misturou tudo isso que o empate saiu aos 19 minutos. A bola foi recuada para o goleiro André, que furou traído pelo estado do gramado. Rafa acreditou na jogada, dominou, tirou da zaga e bateu para o fundo das redes.

A partida seguiu bastante aberta e o Combate teve a chance de sair com a vitória fugindo pelo imponderável. Aos 42 minutos, pouco depois da chuva parar, Adriano Sagui ganhou da defesa e tocou com categoria na saída de Higor. O camisa 17 fez menção de comemorar, mas a bola caprichosamente parou em uma grande e profunda poça d’água perto da linha final do campo, sendo afastada pela defesa. Era mesmo dia de um empate honroso para as duas equipes e para as torcidas que foram até o Recanto Tricolor.

O que dá lá é lama

Durante a festa do título a criançada ligada ao Combate Barreirinha comemorou ao seu jeito, um jeito que deixaria muitas mães de cabelo em pé: peixinhos nas poças de lama do gramado. Depois, foi a vez de jogadores, com direito a lama no técnico Marquinhos Passaúna.

Unificando os cinturões

A partida foi especial para o assistente de arbitragem Ivan Carlos Bohn. Ele pode se considerar detentor da tríplice coroa do futebol amador curitibano e paranaense ao bandeirar a final da Taça Paraná, da Série A e da Série B da Suburbana.

Capão Raso no aguardo

Informações de bastidores dão conta de uma possível licença do Nacional na próxima temporada. Caso se concretize, há uma discussão de quem assumiria a vaga na Série A, se o melhor rebaixado ou o terceiro colocado da Série B. No entendimento deste blog e de boa parte da jurisprudência nestes casos (o Paranaense deste ano por exemplo), a vaga seria do terceiro da B, no caso o Capão Raso.

E os juvenis?

Como foi decisão, a exemplo da semana passada, trataremos de São Braz x Caxias, final do juvenis da Série B, e de suas imagens numa matéria à parte neste domingo.

Ficha Técnica:

Combate Barreirinha 3 x 3 Uberlândia

Estádio Recanto Tricolor, Colônia Antônio Prado, Almirante Tamandaré

Combate Barreirinha: André; Sebá (Adriano Sagui), Frango, Everton e Dionata; Igor, Ricardo, Lincoln e Miller (Maicon); Nika (Wescley) e Alex Pinhais (Fábio). Técnico: Marquinhos Passaúna.

Uberlândia: Higor; Mail (Oberdan), Maicon, Alex e Vagner; Nepo, Radamés (Jé), Rafa e Cenoura; Paulinho e Quintino (Alan). Técnico: Joãozinho Ribeiro.

Arbitragem: Jonathan Henrique Andrade, Ivan Carlos Bohn e Sandra Maria Dawies.

Gols: Alex Pinhais (CBA), aos 28’/1.º, 35’/1.º e 37’/1.º; Quintino (UBE), aos 41’/1.º; Paulinho, aos 50’/1.º; Rafa, aos 19’/2.º.

Cartões Amarelos: Sebá, Frango, Dionata, Miller (CBA); Alex, Vagner, Paulinho, Quintino (UBE).

Confira imagens da partida:

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Reinícios, continuidades e recomeços (parte 3)

Nova Orleans e Operário Pilarzinho decidiram a Suburbana em 2014 e viraram exemplo para times de orçamentos menores na competição

Nova Orleans e Operário Pilarzinho decidiram a Suburbana em 2014 e viraram exemplo para times de orçamentos menores na competição

O ano de 2015 promete no futebol amador de Curitiba. Após um ano atípico, 2014, em que duas equipes tidas como outsiders chegaram à final da Suburbana, com o Nova Orleans ganhando a decisão do Operário Pilarzinho nos pênaltis do terceiro jogo, deveremos ter uma acomodação de forças.

Muita água rolará antes do segundo semestre, quando o Amador da Capital é realizado. Antes disso teremos a Taça Paraná e a Copa Amadora. Quando estas competições acabarem, veremos o Sul da cidade mais representado. Na temporada que se encerrou, caíram o Uberlândia (Sul) e o Combate Barreirinha (Norte). Subiram o Nacional do Boqueirão (Sul) e o tradicional Vila Fanny (Sul).

Em temporadas anteriores, fez muita diferença o poderio financeiro em atrair ex-atletas com grife. Em 2014, ter base a muito tempo, mesmo com orçamento mais modesto, fez a diferença. Resta saber como os clubes farão, se seguirá o reinado do bom e barato ou se algum time galáctico assumirá o trono do amador da cidade. Para os com menos recursos, os exemplos estiveram na final.

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Título juvenil é pontapé inicial para reconstrução do Combate Barreirinha

Dedé, à esquerda, é abraçado por dirigente do Combate Barreirinha. Treinador formou com Eliseu a dupla de técnicos que levou o time do Extremo Norte de Curitiba ao título da Suburbana Juvenil

Dedé, à esquerda, é abraçado por dirigente do Combate Barreirinha. Treinador formou com Eliseu a dupla de técnicos que levou o time do Extremo Norte de Curitiba ao título da Suburbana Juvenil

O título da categoria juvenil da Suburbana conquistado sábado (13), na preliminar da segunda partida decisiva da Suburbana, pelo Combate Barreirinha é encarado como um recomeço para o clube. Rebaixado na categoria adulta, o Tricolor jogará a Segundona em 2015 e isso inclui o time de sub-18, mesmo com o título da Série A. Da atual equipe, vários jogadores tendem a subir para a equipe principal, que deverá ser reconstruída.

“Primeiro agradecer a Deus pela oportunidade de estar trabalhando com essas pessoas. O Eliseu, o presidente, jogadores, totalmente agradecido. Creio eu que é um novo recomeço para o Combate. Viemos sim para fazer história, viemos para revolucionar o Combate novamente e recolocá-lo no seu devido lugar. Agradecido pelo apoio de todo mundo e a essa galera que merece muito”, afirmou o técnico Dedé, que junto com o também técnico Eliseu, formou uma curiosa dobradinha de comandantes. “A gente merecia. A gente veio trabalhando o ano inteiro e valeu a pena”, completou o capitão e goleiro Matheus, de 17 anos, enquanto se dirigia para a premiação que lhe rendeu também o prêmio de goleiro menos vazado.

Matheus foi o capitão a erguer a taça para o Combate Barreirinha e também o goleiro menos vazado da competição

Matheus foi o capitão a erguer a taça para o Combate Barreirinha e também o goleiro menos vazado da competição

 

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Sobrevivente, Combate Barreirinha vence nos pênaltis a Suburbana Juvenil

Capitão do Combate Barreirinha e fundamental nos pênaltis, o goleiro Matheus levanta a taça de campeão

Capitão do Combate Barreirinha e fundamental nos pênaltis, o goleiro Matheus levanta a taça de campeão

O ano de 2014 foi péssimo para o time adulto do Combate Barreirinha. Lanterna da competição e rebaixado já na penúltima rodada da 1.ª fase, o tradicional time de tantos títulos terá de jogar a Segundona da Suburbana de 2015. Como alento, o Tricolor da Barreirinha poderá renovar sua equipe com os campeões da Suburbana na categoria juvenil, que reúne atletas sub-18. O título veio após vitória nos pênaltis sobre o Novo Mundo por 3 a 2, na tarde deste sábado (13), no Bortolo Gava, na preliminar da segunda partida da decisão da Suburbana entre Operário Pilarzinho e Nova Orleans.

No tempo normal, o Combate, que havia vencido a ida na casa do Novo Mundo por 1 a 0, gol de Fábio, viu o resultado ser devolvido com gol de Sauer, para o Novo Mundo, aos 14 minutos do 2.º tempo. Na marca da cal, o Combate chegou a estar perdendo por 2 a 0, mas duas defesas de Matheus ajudaram ao time do Extremo Norte de Curitiba a levar a taça.

Viradas

A virada na decisão dos pênaltis não foi a única do Combate Barreirinha na competição. Nas semifinais, o clube foi eliminado em campo ao perder duas vezes para o Trieste por 1 a 0 e 2 a 0. Porém, o time de Santa Felicidade errou as contas dos cartões e escalou um jogador que estava suspenso, perdendo seis pontos e a vaga na decisão. Renascido, o Combate Barreirinha partiu para o título.

Suécia, Prudentópolis e Barreirinha

O Combate usou de uma forma de comando que pode parecer estranha, mas já foi usada até em Copa do Mundo: dois técnicos. A Suécia tinha Lars Lars Lagerbäck e Tommy Söderberg na casamata na Copa de 2002. Mais regional foi o Prudentópolis em sua boa campanha no Paranaense deste ano, com Ivair Cenci e Joel Preissner dividindo a responsabilidade no comando. O Combate Barreirinha foi campeão com dois técnicos orientando o time simultaneamente: Eliseu e Dedé.

Romênia da Suburbana

Por serem atletas nascidos em 1997, 1998 e 1999, alguns não eram nascidos, mas o  Novo Mundo, vice-campeão, repetiu uma fórmula da seleção romena de 1998: o descolorimento capilar. A maior parte dos atletas e até membro da comissão técnica adotou o platinado na cabeça. A combinação chamou a atenção no uniforme vermelho do time da Zona Sul, que guardou semelhanças com um dos uniformes do time romeno.

 

Confira as imagens da partida

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