Arquivo do mês: dezembro 2015

Técnico avisa: “ano que vem, o Combate vem para ser campeão novamente”

Marquinhos Passaúna sendo levantado por jogadores do Combate Barreirinha: confiança em retorno dos melhores dias do clube

Marquinhos Passaúna sendo levantado por jogadores do Combate Barreirinha: confiança no retorno dos melhores dias do clube

O título conquistado pelo Combate Barreirinha na Série B é a chave para o retorno aos melhores dias do clube, um dos mais tradicionais da Suburbana. É o que afirma Marquinhos Passaúna, técnico que esteve à frente da conquista da taça e do acesso à elite um ano depois do rebaixamento.

“Realmente, a equipe do Combate sempre foi de Série A, com diversos títulos da Suburbana e da Taça Paraná. Muitas vezes a gente precisa dar um passo atrás, repensar muitas coisa que tinha sido feita errada durante o ano para agora com trabalho bem feito retornar ao lugar. É preciso poder ver o que foi feito de errado para não repetir. Ano que vem, o Combate vem para ser campeão novamente, não importa quem estiver à frente na diretoria, na comissão técnica, ou do que for acontecer, é sempre equipe que venha forte. Torço para isso”, disse Marquinhos Passaúna logo após o empate por 3 a 3 contra o Uberlândia.

O caminho do Combate Barreirinha, equipe que mais pontuou na competição, até o título teve uma primeira fase em que fechou em primeiro de sua chave com folgas. Na segunda fase, uma primeira colocação no saldo de gols frente à surpresa Imperial, evitando uma antecipação do confronto decisivo contra o Uberlândia já nas semifinais. Porém, o caminho até a decisão teve dureza. Foram dois empates contra o Capão Raso, o último deles era uma derrota até poucos minutos antes do final, para aí passar e subir nos pênaltis. Na decisão, um 4 a 0 fora de casa e um empate emocionante em casa, garantindo a taça.

“Nem tudo é perfeito. Passamos por percalços no percurso. Acredito que nossa comissão técnica, com professor Cléverson, Edivaldo Jubin e o presidente, fez grande trabalho. Quando precisamos tomar algumas atitudes que foram mais ríspidas e duras, a gente tomou e foi pro bem da equipe, pois ela se fechou e cresceu”, concluiu o treinador.

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“Saímos de cabeça erguida”, diz capitão do Uberlândia após empate na decisão

Cenoura com a taça de vice-campeão da Série B: para capitão, Uberlândia cumpriu missão de retornar à elite da Suburbana

Cenoura com a taça de vice-campeão da Série B: para capitão, Uberlândia cumpriu missão de retornar à elite da Suburbana

Após uma derrota inesperada em casa por 4 a 0 na partida de ida, parecia pouco provável que o Uberlândia conseguisse reverter a vantagem do Combate Barreirinha na decisão da Série B da Suburbana. E realmente não foi revertida, mas o empate por 3 a 3 após estar perdendo por 3 a 0 mostrou o poder de reação do time auriazul e deu o gosto de que, fora o desastre da ida, a decisão poderia ter sido bem mais equilibrada no placar geral. No entanto, a principal missão da temporada, o retorno à Série A um ano após a queda, estava cumprida e com honras.

“O primeiro jogo foi muito decisivo. Temos de enaltecer que o Combate é uma excelente equipe, mas que o Uberlândia foi muito além das expectativas. Conseguimos nosso objetivo que era o acesso porque o time é muito bom e conseguimos não perder aqui hoje [sábado (12)]”, afirmou após o partida o meia-atacante Cenoura, capitão da equipe.

Para entender pelo que passou o Uberlândia na competição, o time do estádio Gustavo Manoel Schier classificou-se em terceiro lugar na sua chave da 1.ª Fase, carimbando a classificação apenas na última rodada. Na segunda fase, a passagem foi mais tranquila e o primeiro lugar na chave veio em parte por um erro de escalação do Capão Raso, que acabou sendo punido com perda de pontos. As duas equipes vizinhas sobraram em cima de Grêmio Ipiranga e São Braz em seu quadrangular. Das quatro equipes semifinalistas, o Uberlândia era a que menos somou pontos na classificação geral e, copeira, o onze capitaneado por Cenoura precisou de decisão por pênaltis para eliminar o Imperial, a principal surpresa positiva da competição, em pleno Octávio Sílvio Nicco, aquele estádio que você viu aqui, e carimbar o acesso.

“Saímos de cabeça erguida, nosso time é muito unido e mostrou isso dentro de campo. Ano que vem, vamos ver o que fazer. Se continuarmos assim, unidos, o Uberlândia vai dar muito o que falar no ano que vem”, concluiu o camisa 11.

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Atacante do Combate Barreirinha faz três gols na decisão da Série B e pede música

Alex Pinhais marcou três gols na partida decisiva da Série B da Suburbana

Alex Pinhais marcou três gols na partida decisiva da Série B da Suburbana

A decisão da Série B da Suburbana tornou-se um jogo que certamente será inesquecível para Alex Pinhais. O camisa 7 do Combate Barreirinha fez os três gols de sua equipe no movimentado empate por 3 a 3 contra o Uberlândia, jogo que confirmou o título do Tricolor da Barreirinha.

“A ficha não caiu ainda. É gostoso fazer três gols em uma final”, disse o camisa 7 logo após a partida.

Os três gols do atleta do Tricolor foram feitos em um espaço de tempo de apenas nove minutos. O primeiro foi aos 28, o segundo aos 35 e o terceiro aos 37 minutos do primeiro tempo, o que deu uma vantagem maior à equipe que havia vencido na ida fora de casa por 4 a 0. Teriam sido os gols da vitória se o Uberlândia não tivesse promovido uma reação espetacular no restante do jogo, alcançando o empate. “Uma equipe qualificada como o Uberlândia, que jogou de igual para igual, valorizou mais ainda o título”, analisou Alex Pinhais.

Pelos três gols que fez, demos ao Alex Pinhais o direito de escolher uma música. “Quero ‘Conquistando o impossível’ da Jamily'”, concluiu.

Confira a música pedida por Alex Pinhais:

Confira os principais artilheiros da Série B:

21 gols

Diego (Capão Raso)

18 gols

Nika (Combate Barreirinha)

12 gols

Quintino (Uberlândia)

11 gols

Samuel (Imperial)

Rafa (Uberlândia)

Renan (União Ahu)

10 gols

Paulinho (Uberlândia)

9 gols

Adriano (Flamengo)

Vagner (Palmeirinha)

Diego Bianchini (São Braz)

8 gols

Alex Pinhais (Combate Barreirinha)

Julio Rodrigues (São Braz)

7 gols

Jackson Laguna (Grêmio Ipiranga)

Luiz Fernando (Santíssima Trindade)

Roney (Capão Raso)

6 gols

Eduardo (Grêmio Ipiranga)

Felipe (Capão Raso)

Sabino (Vasco)

Willian Daniel (Ypiranga)

5 gols

Leandro (Flamengo)

Lucas (Sergipe)

Emerson (Grêmio Ipiranga)

Oberdan (Uberlândia)

Wesley (Capão Raso)

Alexsander Leco (Vila Sandra)

Fabiano Cafu (Vila Sandra)

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Placar da Rodada – Suburbana

suburbana2015

Jogos de sábado (12)

Série B

Finais – Jogos de Volta

Adultos

Combate Barreirinha 3 x 3 Uberlândia

Agregado: 7-3

COMBATE BARREIRINHA – CAMPEÃO DA SUBURBANA – SÉRIE B

Juvenis

São Braz 0 x 1 Caxias

Agregado: 2-4

CAXIAS – CAMPEÃO DA SUBURBANA – SÉRIE B – JUVENIL

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Caxias vence São Braz e é o campeão da Série B Juvenil da Suburbana

Jogadores do Caxias erguem a taça de campeão da Série B Juvenil: duas vitórias sobre o São Braz nas decisões

Jogadores do Caxias erguem a taça de campeão da Série B Juvenil: duas vitórias sobre o São Braz nas decisões

O Caxias sagrou-se campeão da Série B Juvenil da Suburbana ao bater o São Braz por 1 a 0, na tarde deste sábado (12), no Recanto Tricolor, em Almirante Tamandaré, em jogo preliminar à decisão da Série B Adulta da Suburbana. O gol solitário da partida foi marcado por Assis, aos 33 minutos do 2.º tempo.

“Foi muito trabalho desde janeiro, batalhando debaixo de chuva e sol, e graças a Deus pude ajudar com um gol para aliviar a vitória. Foi uma bola vinda de trás, que o goleiro rebateu e pude finalizar”, contou Assis, que é meio-campista e terminou bem longe dos 23 gols de Gustavo e dos 17 de Andrey Aquino, seus companheiros de Caxias, artilheiro e vice-artilheiro, respectivamente.

O jogo

Após vencer a ida por 3 a 2, um empate bastava para o Caxias. Por isso, coube ao São Braz a iniciativa do jogo. O Tricolor Atômico esteve por duas vezes claramente perto do gol que poderia levar a decisão para os pênaltis ao acertar duas vezes a trave do time do Caxias.

A partir da segunda etapa, ficou mais clara ainda a intenção do time do técnico Paulo Roberto em explorar os contra-ataques, chamando o São Braz para seu campo.

O jogo foi disputado sob alta temperatura e isso impactou no time do São Braz, que cansou e diminuiu o ritmo, tendo ainda um jogador expulso, o que propiciou que o Caxias melhorasse de rendimento e se assanhasse ao ataque.

E foi aos 33 minutos que o gol que selou o título saiu. Após bate e rebate na área, Assis, camisa 5, apareceu como elemento surpresa e bateu para fazer o gol solitário do time da Zona Sul.

Superstição vermelha

O Caxias usou um uniforme vermelho diferente do que estava usando. A camisa da decisão tinha uma marca da Prefeitura de Curitiba usada entre 2001 e 2004. Segundo a comissão técnica, foi escolha da diretoria do clube por ter sido a camisa com que a equipe conquistou um título.

Confira imagens da partida:

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Combate Barreirinha empata com Uberlândia e levanta a taça da Série B da Suburbana

Jogadores do Combate Barreirinha erguem a taça de campeão da Série B da Suburbana. Tricolor e Uberlândia estarão na Série A de 2016

Jogadores do Combate Barreirinha erguem a taça de campeão da Série B da Suburbana. Tricolor e Uberlândia estarão na Série A de 2016

O Combate Barreirinha conquistou a Série B da Suburbana após um emocionante empate com o Uberlândia, na tarde deste sábado (12), no Recanto Tricolor, em Almirante Tamandaré. Com uma vantagem confortável conquistada no jogo de ida, em que venceu por 4 a 0, o Tricolor viu um adversário aguerrido buscar um placar de 3 a 3 num jogo com sol, chuva, lama, e muitos gols.

Alex Pinhais fez uma tripleta para o Combate, enquanto que Quintino, Paulinho e Rafa fizeram os gols do Uberlândia. As duas equipes conquistaram o acesso para a Série A de 2016, sendo que o Combate Barreirinha se junta ao Santa Quitéria, campeão da Série A, na disputa da Taça Paraná 2016 a partir de março.

O jogo

Com uma vantagem ampla devido ao placar da ida, o Combate Barreirinha começou o jogo com mais tranquilidade e assim foram saindo as jogadas. Se a grande atração era Nika, no fim a cena foi roubada pelo outro atacante do Tricolor, Alex Pinhais.

Foram nove minutos avassaladores do camisa 7 do Combate, fazendo gols aos 28, aos 35 e aos 37 do primeiro tempo, dando a impressão que outra goleada poderia estar por vir.

Aos 41 minutos, a reação do Uberlândia começou com Quintino, artilheiro da equipe, convertendo pênalti cometido por Frango em toque de mão na área.

Poucos minutos depois, a partida mudou completamente com a chuva tomando conta do Recanto Tricolor. Com isso, o gramado úmido ficou molhado e característica do jogo mudou. Foi assim que o Uberlândia encostou no placar. Aos 50 minutos Rafinha bateu falta, o goleiro André deu rebote e Paulinho mandou para as redes.

No intervalo, a chuva apertou e a drenagem deixou de dar conta do volume de água. Começou então um festival de carrinhos mais ríspidos, de chutes parados em poças e de chutes mais venenosos ainda para os goleiros.

O Combate tentava administrar a vantagem  tentando aumentá-la, enquanto que o Uberlândia, vendo o tempo passar, ao menos queria sair de pé. E foi num lance que misturou tudo isso que o empate saiu aos 19 minutos. A bola foi recuada para o goleiro André, que furou traído pelo estado do gramado. Rafa acreditou na jogada, dominou, tirou da zaga e bateu para o fundo das redes.

A partida seguiu bastante aberta e o Combate teve a chance de sair com a vitória fugindo pelo imponderável. Aos 42 minutos, pouco depois da chuva parar, Adriano Sagui ganhou da defesa e tocou com categoria na saída de Higor. O camisa 17 fez menção de comemorar, mas a bola caprichosamente parou em uma grande e profunda poça d’água perto da linha final do campo, sendo afastada pela defesa. Era mesmo dia de um empate honroso para as duas equipes e para as torcidas que foram até o Recanto Tricolor.

O que dá lá é lama

Durante a festa do título a criançada ligada ao Combate Barreirinha comemorou ao seu jeito, um jeito que deixaria muitas mães de cabelo em pé: peixinhos nas poças de lama do gramado. Depois, foi a vez de jogadores, com direito a lama no técnico Marquinhos Passaúna.

Unificando os cinturões

A partida foi especial para o assistente de arbitragem Ivan Carlos Bohn. Ele pode se considerar detentor da tríplice coroa do futebol amador curitibano e paranaense ao bandeirar a final da Taça Paraná, da Série A e da Série B da Suburbana.

Capão Raso no aguardo

Informações de bastidores dão conta de uma possível licença do Nacional na próxima temporada. Caso se concretize, há uma discussão de quem assumiria a vaga na Série A, se o melhor rebaixado ou o terceiro colocado da Série B. No entendimento deste blog e de boa parte da jurisprudência nestes casos (o Paranaense deste ano por exemplo), a vaga seria do terceiro da B, no caso o Capão Raso.

E os juvenis?

Como foi decisão, a exemplo da semana passada, trataremos de São Braz x Caxias, final do juvenis da Série B, e de suas imagens numa matéria à parte neste domingo.

Ficha Técnica:

Combate Barreirinha 3 x 3 Uberlândia

Estádio Recanto Tricolor, Colônia Antônio Prado, Almirante Tamandaré

Combate Barreirinha: André; Sebá (Adriano Sagui), Frango, Everton e Dionata; Igor, Ricardo, Lincoln e Miller (Maicon); Nika (Wescley) e Alex Pinhais (Fábio). Técnico: Marquinhos Passaúna.

Uberlândia: Higor; Mail (Oberdan), Maicon, Alex e Vagner; Nepo, Radamés (Jé), Rafa e Cenoura; Paulinho e Quintino (Alan). Técnico: Joãozinho Ribeiro.

Arbitragem: Jonathan Henrique Andrade, Ivan Carlos Bohn e Sandra Maria Dawies.

Gols: Alex Pinhais (CBA), aos 28’/1.º, 35’/1.º e 37’/1.º; Quintino (UBE), aos 41’/1.º; Paulinho, aos 50’/1.º; Rafa, aos 19’/2.º.

Cartões Amarelos: Sebá, Frango, Dionata, Miller (CBA); Alex, Vagner, Paulinho, Quintino (UBE).

Confira imagens da partida:

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Baixe o pôster do Trieste, campeão da Suburbana Juvenil 2015

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